17 de julho de 2012

Incentivos




15 de julho de 2012

Atividades Personalizadas

Dia do Circo

Eu e a Família


Arte

História de Guarulhos


Estações do Ano - Outono



Quando a primavera chegar.....

Adorei essa ideia!

Educar por Rubem Alves


Produção de Texto


Atividades de Matemática



Atividades de Arte






Atividades





11 de julho de 2012

História para trabalhar a semana do Papai.


1.O homem que amava caixas.








Esse livro conta a história de um homem que amava caixas de todos os tamanhos e formas e que amava seu filho mais não sabia como declarar seu amor.

7 de julho de 2012

Atividades Turma da Mônica



Matemática

Ajudando seu aluno a conceituar
números naturais


Você já observou crianças pequenas contando? Quando contam uma coleção de objetos, “recitam” números, muitas vezes “saltando” alguns e repetindo outros. Se os objetos estão espalhados, elas costumam contar alguns mais de uma vez e deixar de contar outros. Além disso, não é claro para algumas quando devem parar a contagem. Crianças neste estágio, ainda não desenvolveram o conceito de número, mas ele está presente em suas vidas – e isso incentiva suas primeiras tentativas de contagem. As crianças levam para a escola essa “vontade” de contar, que deve ser incentivada e explorada.

a) Atividades de contagem

Da mesma forma que uma criança aprende a falar enquanto fala (corretamente ou não), ela deve aprender a contar enquanto conta. Aproveite as muitas oportunidades que aparecem em sala de aula para contar. Sempre que for significativo para os alunos, conte (e peça para que as crianças contem) alunos, lápis, brinquedos, etc. Extrapole os limites de contagem das crianças (por exemplo, se elas só contam até 10, introduza a contagem com 15 ou 20 elementos). Não espere até que seu aluno tenha o conceito pronto para fazer contagens (isso seria como pedir que uma criança só falasse quando já soubesse fala corretamente).

b) Atividades estabelecendo relações entre coleções diferentes

Estas atividades (correspondência um a um entre os elementos de duas coleções) conduzem á comparação de quantidades e preparam para o conceito de igualdade e desigualdade entre números.

Por exemplo: Distribua para cada aluno 6 canetas e 6 tampas de caneta. Pergunte: “Há mais canetas do que tampas?”

Observe as estratégias utilizadas pelos alunos para comparar, pois algumas disposições espaciais podem causar dificuldades nos primeiros estágios. Peça então que os alunos retirem e coloquem as tampas nas canetas. Em seguida, repita a pergunta.

Repita este tipo de atividade, variando os materiais e as quantidades envolvidas, sempre permitindo que seus alunos desenvolvam suas próprias estratégias de comparação. Você pode usar, por exemplo: pires e xícaras, os próprios alunos e suas carteiras, pedras pequenas e pedras grandes, etc. Aos poucos, os alunos devem concluir que a quantidades de objetos é independente da forma e do tamanho (por exemplo: podem existem menos pedras grandes que pedras pequenas, embora quando amontoadas, as pedras grandes ocupem um volume maior do que as pedras pequenas).


c) Atividades lúdicas

Explore o gosto das crianças por jogos e brincadeiras para criar situações de aprendizagem.

Por exemplo: Jogo MAIOR LEVEZA



Para este jogo são utilizados 40 cartões, como ilustrado acima, que apresentam a representação numérica e pictórica dos números de 1 a 10 (podemos também usar as cartas de um a dez de um baralho). Os cartões são divididos por 2 crianças.

Cada criança abre um cartão de seu monte os valores são comparados. Quem tiver o maior valor, fica com os dois cartões. Em caso de empate, novos cartões são abertos e o aluno que tiver o maior número nesta nova rodada ganha os quatro cartões. Ao final do jogo, ganha quem tiver mais cartões.

Crie variações deste jogo, usando novos cartões com números e representações pictóricas de cada valor para ampliar o limite numérico (até 20, por exemplo).

* pesquisa retirada, resumida e adaptada do Programa Pró-Letramento (Matemática)

Natureza e Sociedade

Por que trabalhar natureza e sociedade?




    

A capacidade de observação e a curiosidade são características que devem ser constantemente desenvolvidas nas crianças para que elas questionem os "comos" e os "por quês" dos fenômenos do mundo.

"Vivemos em nosso cotidiano sem entendermos quase nada do mundo. Refletimos pouco sobre o mecanismo que gera a luz solar e que torna a vida possível, sobre a gravidade que nos cola a uma Terra que, de outro modo, nos projetaria girando para o espaço, ou sobre os átomos de que somos feitos e de cuja estabilidade dependemos fundamentalmente. Com exceção das crianças (que não sabem o suficiente para não fazerem as perguntas importantes), poucos de nós dedicamos algum tempo a indagar por que é que a natureza é assim; de onde veio o cosmos ou se sempre aqui esteve; se um dia o tempo fluirá ao contrário e se os efeitos irão preceder as causas; ou se haverá limites definidos para o conhecimento humano". (Introdução de Carl Sagan para o livro "Breve História do Tempo", do físico Stephen Hawking).

Conhecer diferentes culturas, respeitar (e valorizar) a diversidade - diferenças étnicas, culturais e sociais - dentro e fora da escola, assim como compreender como se dão esses fenômenos na natureza são aprendizagens que contribuem decisivamente para que os pequenos tenham um bom desenvolvimento quando chegarem ao 1º ano do Ensino Fundamental. Um bom trabalho com o eixo natureza e sociedade, portanto, é aquele que ajuda as crianças a aproveitar os conhecimentos que já possuem e relacioná-los às novas experiências estimuladas na pré-escola.


As noções sobre a vida em sociedade contribuem para que as crianças compensem desigualdades sociais e culturais desde cedo. Uma das suas principais tarefas nessa fase é ajudar os pequenos a se adaptar ao meio. Isso significa trabalhar tanto a relação da criança com as outras pessoas quanto com o meio físico no qual se dá o seu desenvolvimento. Quando a criança pode conhecer e, principalmente, atuar sobre os fenômenos, ela compreende que as pessoas vivem em espaços e tempos determinados, e seguem normas estabelecidas entre si ou impostas pela natureza.